Não é incomum precisar recorrer a um programa que efetue a conversão de imagens em texto editável. Isso ocorre quando você escaneia um texto e necessita editá-lo, ou quando quer modificar o conteúdo de um documento em formato PDF, por exemplo.
Embora haja vários serviços para essa função, agora você pode optar por fazê-la diretamente a partir de sua conta no Google Docs. Abaixo, o Baixaki disponibilizou um pequeno tutorial ensinando os passos necessários para esta operação.
Iniciando o processo
Já com a interface principal do Google Docs aberta, clique no botão de “Upload” para carregar o arquivo desejado. Feito isso, a tela de upload é aberta para que você possa adicionar o documento alvo da conversão. Então, marque a alternativa “Convert text from PDF or image files to Google Docs documents” e selecione o idioma do texto.
Quando tudo estiver devidamente configurado, clique em “Start Upload” para dar início ao processo. A operação demora apenas alguns minutos, podendo variar um pouco conforme a velocidade da conexão com a internet. Em seguida, ao acessar a interface central do Google Docs, observe que seu arquivo já está presente na listagem de documentos.
Ao selecionar o arquivo (ou ao abri-lo), há uma nota explicando que se trata de um documento que foi convertido a partir de um PDF ou imagem e ele pode ter perdido a formatação original, além da possibilidade de parte do texto não ter sido reconhecida de maneira apropriada.
Para salvá-lo no formato desejado, abra o documento e entre no menu “File” e escolha a opção “Download as”. Então, basta definir o tipo de arquivo desejado entre os disponíveis (ODT, PDF, RTF, texto, Word ou HTML).
Feito isso, o documento é armazenado em seu computador. De uma maneira geral, a escrita é bem reconhecida, identificando até mesmo acentos e caracteres especiais. Já a formatação é inteiramente perdida, incluindo tabelas, índices e títulos. Além disso, ele mantem a página com a imagem original seguida do texto.
Esta é uma forma alternativa para a conversão de imagens em texto. Ela possui a vantagem de ser associada à sua conta no Google Docs, o que pode facilitar na hora de encontrar um arquivo ou baixar um documento convertido em outro computador.
É difícil falar de futuro mantendo um pé no chão enquanto a cabeça vai para as nuvens. É muito fácil imaginar utopias distantes e esquecer-se da realidade possível e plausível. Divagar em possibilidades tecnológicas que beiram os quadros de Salvador Dalí no que tangem à sua probabilidade de concretização.
O que esperar nos próximos 10 anos
Em meio a tantas novidades e a velocidade estupenda com a qual os avanços nos campos computacionais ocorrem, conversamos com dois expoentes na área para responder à seguinte questão: “Na sua visão, quais as tendências do mundo da tecnologia para os próximos 10 anos”?
As respostas de Paulo Iudicibus, diretor de Inovação e Novas Tecnologias da Microsoft e Isar Mazer, vice-presidente de Produto e Procurement da Positivo Informática trazem luz a um futuro obscuro, e fornecem uma visão gloriosa no que tange a mobilidade, a informação e a integração.
10 – Mais sustentabilidade, menos desperdício
Não é de hoje que a questão é levantada. Em 1992, no Rio de Janeiro, a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (que ficou conhecida como ECO-92) já discutia conceitos ainda desconhecidos como desenvolvimento sustentável, mudanças climáticas e a conservação e reaproveitamento de recursos naturais. Quase 20 anos depois, o cerne da questão verde foi bastante aprofundado, e áreas como desenvolvimento de novos produtos e tecnologias levam a sustentabilidade como um de seus pilares fundamentais.
Para Paulo Iudicibus (Microsoft) existe um lado ecológico da tecnologia. “Cada vez mais os dispositivos terão que ser sustentáveis”. A teoria é corroborada por Isar Mazer (Positivo Informática): “A preservação do meio ambiente se ampliará também na área de TI, com o uso de materiais menos poluentes e recicláveis. Novos transistores e múltiplos núcleos vão viabilizar a redução de consumo dos computadores”.
Desta forma, ocorrerá a eliminação de componentes dispensáveis em eletrônicos, materiais biodegradáveis poderão ser empregados para bens de consumo supérfluo e a energia será gerada pelo próprio usuário simplesmente andando com o celular no bolso da calça.
09 – Imigrantes e nativos digitais trabalhando juntos
A maioria de nós é um imigrante no que tange a computação e a internet. Uma pessoa que nasceu e criou-se num ambiente offline, mas que aprendeu os meandros da computação e hoje em dia consegue executar suas atividades diárias utilizando uma ferramenta que era estranha no começo, mas que foram pensadas tendo em mente o nosso aprendizado e utilização. No entanto, o mercado de trabalho deve começar a receber em breve os chamados nativos digitais. Pessoas nascidas nos anos 90 e 2000, que nunca precisaram pensar e agir offline, e para as quais um ambiente digital é tão natural quanto um ambiente não composto por bits e bytes.
Apesar da antecipação deste momento, as ferramentas que possuímos hoje não são pensadas para estas pessoas e sua habilidade natural de locomover-se pelos meios eletrônicos, bem como sua visão completamente natural do digital. Estes atributos novos no mercado de trabalho devem ser bem explorados, mas sem deixar de lado usuários imigrantes, que farão parte dos ambientes empresariais ainda pelas próximas duas ou três gerações. A força de trabalho multigeracional, como é chamada, integra estes dois universos, e para Paulo Iudicibus (Microsoft) os ambientes de trabalho tem que se habituar às diversas gerações; a tecnologia terá que suportar a capacidade de trabalhadores, sem se dividir com fronteiras.
As grandes empresas do ramo de informática (inclusive nós do Baixaki, que nasceu no início dos anos 2000, pouco depois do grande boom da internet) já estão se preparando para esta diversidade cultural no ambiente de trabalho. Aos poucos, os outros segmentos do mercado devem seguir o mesmo padrão.
08 – Online o tempo todo e com todas as informações
Conexões Wi-Fi, Edge, 3G e 4G. Satélites, fibras óticas e redes ad-hoc. Laptops, notebooks, netbooks, smartphones, tablets, celulares, PDAs, pagers, televisões, desktops e muito mais pode ser resumido em uma única palavra: conectividade. E as formas inventadas de se conectar a este universo de dados que recobre o mundo ainda não acabaram.
Todos os dias, milhares de pesquisadores e engenheiros procuram a forma perfeita de manter um ser humano informado e conectado. Por meio do maior portal de downloads do Brasil, você fica sabendo as novidades sobre programas e área de tecnologia no seu desktop. Na faculdade ou trabalho, utiliza seu netbook para acessar emails e bater papo com os colegas. Em casa pode ligar a televisão e escolher o conteúdo que vai assistir. A fragmentação do digital ainda é presente na nossa vida, mas tende a diminuir. Para Isar Mazer, da Positivo Informática, é fato que nos próximos 10 anos pessoas e máquinas vão se comunicar por redes de conexões neurais, permitindo aplicações práticas e inéditas, como o monitoramento da saúde, alimentação e clima.
Exemplos do que esta visão incluí são o fato de que seu médico saberá como anda a sua alimentação e enviará mensagens de acompanhamento instantâneo da sua saúde. Você se arrumará de manhã sabendo o que vestir para o dia vindouro, pois já conhece a previsão do tempo para o período.
07 – Tecnologia mais presente e menos aparente
É estranho pensar que, quanto mais a tecnologia avança, menos nós prestamos atenção a como ela nos cerca. Mas é exatamente isto que Paulo Iudicibus visualiza em um futuro próximo.
Donas de casa não precisarão fazer listas de compras, já que seus refrigeradores e dispensas farão encomendas automaticamente quando produtos estiverem acabando. Pagamentos efetuados por meios eletrônicos superarão o uso de papel moeda, e tornarão notas e cheques ultrapassados.
Mas tudo isso será cotidiano. Ninguém pensará “uau, como é tecnológico”. Será tudo... Banal.
06 – O fim do papel e o reinado do e-paper
Pensando em todos os itens anteriores combinados, parece óbvio que o uso do papel cotidianamente desapareça. No seu lugar surgirão telas ultraflexíveis que imitarão a utilização dada para seus predecessores, expandindo-as. Cadernos de notas se tornarão aparelhos celulares. Jornais serão atualizados instantaneamente. Cadernos carregarão informações de um terminal ao outro.
Algumas das formas citadas (bem como diversos pontos tratados neste texto) podem ser vistas neste vídeo, que é uma espiadela no futuro, criado pela Microsoft.
05 – Um mundo formado por imagens digitais em todo o mundo real
Devido ao barateamento das telas sensíveis ao toque e outras tecnologias de visualização, muito do que é feito de maneira precária hoje será digital. Os painéis com propagandas em movimento como na Times Square, em Nova Iorque, causarão espanto pela pouca qualidade e usabilidade das tecnologias disponíveis.
Mapas com visualização em tempo real das rotas e posições de transportes públicos estarão em cada parada, acompanhados da previsão de chegada do próximo veículo. Telas transparentes no lugar de vidros, imagens saltando das lojas e espelhos funcionando com realidade aumentada ajudando moças a escolherem suas roupas nos provadores são apenas algumas das possibilidades.
04 – Mescla entre realidade e “digitalidade”
Filmes de ficção científica tem o costume de mostrar holografias e imagens em três dimensões interagindo com usuários como uma pessoa normal. Para todos os que achavam este sonho sci-fi muito distante, repensem. A Microsoft deu um grande salto na interação homem e máquina introduzindo no mercado o Milo, um jovem cibernético que interage com você e reconhece seus movimentos, expressões e fala.
Agora imagine este tipo de tecnologia completamente desenvolvida, aliada ao barateamento dos custos de monitores e telas 3D sem o uso de óculos, e teremos guias turísticos em três dimensões andando com estudantes em museus, atendentes virtuais em lojas de roupas e muito mais.
03 – Armazenamento e colaboração nas nuvens
Para Paulo Iudicibus este ponto já é realidade, e tende a ser apenas aprofundado e melhorado. A computação em nuvem traz benefícios gigantescos, como a necessidade de espaços de armazenamento menores, edições colaborativas e menores requerimentos de hardware para aplicações, mas depende de uma conexão a internet constante e de alta velocidade para funcionar corretamente.
Este recurso ainda é subaproveitado, e com o barateamento da transmissão de dados, os equipamentos eletrônicos e a melhoria da qualidade dos serviços das operadoras de internet, a tendência é de que a maioria dos arquivos em um computador deixe de ser armazenada localmente e passe a ser pega diretamente da nuvem.
Pensando pequeno, você não precisaria ter uma coleção de MP3 e filmes em seu disco. Basta acessá-los e aproveitar um momento de descontração. Seus documentos, trabalhos e estudos ficarão hospedados na rede, e não será necessário enviá-los por email para o destinatário. Basta que ele acesse o arquivo e faça as alterações. Tudo será registrado, e você poderá ver exatamente o que foi alterado, quando e por quem.
Isar Mazer levanta um ponto importante: na nuvem, o usuário poderá interagir com aplicativos inteligentes, que utilizam suas várias experiências em diversos campos para evoluir linhas de raciocínio e fornecer serviços cada vez mais precisos e especializados.
Escritórios tendem a deixar de existir. Determinados cargos existirão apenas na forma de Home Office, já que o trabalhador não precisará se deslocar até o local do emprego, economizando os recursos naturais que seriam utilizados no transporte e o tempo do translado (retomando o ponto 10 – Sustentabilidade).
02 – Você não os vê, mas eles estão lá
Nanotecnologia. Computadores cada vez menores, com usos diversos. Microcirurgiões realizando operações dentro do corpo humano. Nadadores minúsculos despoluindo rios e mares. Robôs tão pequenos que são capazes de serem levados pelo ar para analisar condições atmosféricas no mundo todo, promovendo uma qualidade superior na previsão do clima e catástrofes naturais.
Ambientes com móveis adaptáveis às necessidades momentâneas e resoluções ainda maiores que as existentes hoje em espaços pequenos.
A criação de Sistemas Microeletromecânicos (Micro-Electro-Mechanical Systems, em inglês) ou simplesmente MEMs irá permitir acesso e controle sobre áreas humanas e naturais nunca antes pensadas.
01 – Melhoramentos humanos: a bioengenharia
Próteses biônicas perfeitamente integradas ao corpo humano, de forma que nem um observador atento consiga perceber a diferença. Já conseguimos fazer braços, pernas e olhos biônicos. A produção de um ser humano imortal ainda parece ser um sonho distante, mas a melhoria humana é um ponto mais real.
Aliado a todas as tecnologias e tendências anteriores, o homem procurar uma forma de melhorar suas capacidades e recobrar funções perdidas. Computadores que funcionem com o mesmo princípio dos neurônios (chamados de neurocomputadores) permitem a perfeita integração homem/máquina.
Paulo Iudicibus levanta o ponto de que a Lei de Moore, que diz que o poder de processamento dos computadores atuais dobra a cada 18 meses, aliado às novas tecnologias, nos forneceria processadores aproximadamente 7x mais rápidos nos próximos anos. Isar Mazer complementa dizendo que a interação entre dispositivos e pessoas será tão natural como, hoje, são os relacionamentos, com horizontes expandidos graças às redes sociais.
Mescle a bioengenharia com a nanotecnologia, a conectividade relacionada com a computação em nuvem em uma pessoa nativa tecnologicamente e você terá uma visão do futuro muito além dos próximos 10 anos. Mas não se esqueça: as tecnologias necessárias para a produção deste tipo de realidade já estão em desenvolvimento, e os anos vindouros serão de grandes avanços nestes campos.
Potencial conflitaria com ambientes excessivamentes informais
O uso das redes sociais como plataformas de aprendizagem gerou controvérsias entre os participantes do 1º Seminário Internacional GUIDE (Global Universities in Distance Education) de Educação Superior Virtual, realizado na manhã desta sexta-feira, 15 de outubro, em Florianópolis. De um lado, os que apostam no potencial das ferramentas. Do outro, os que acreditam que os espaços informais não assumem o papel no sistema de aprendizagem.
Segundo Anna Beatriz Waehneldt, do Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), cerca de 80% do aprendizado se substancia fora do ambiente formal. "Daí a importância de incluir dentro do próprio ambiente acadêmico virtual espaços e informações que completem o processo de formação dos estudantes", afirmou Anna Beatriz, que aponta a ferramenta como alternativa para a construção do relacionamento entre os alunos e professores. "É extremamente possível produzir dentro desses ambientes questionamentos produtivos", garantiu.
A afirmação de Anna Beatriz foi compartilhada por Marcelo Fabián Maina, da UOC (Universitat Oberta de Catalunya), na Espanha, que apresentou a própria experiência da instituição espanhola para justificar a suposta efetividade das redes sociais no processo de aprendizagem. "O Facebook tem sido utilizado por nossos professores como plataforma de intercâmbio de informação e comunicação. O Twitter também tem substituído em alguns casos os chats, com a promoção de debates", exemplificou ele.
Em contra partida, Jucimara Roesler, diretora da UnisulVirtual - programa de educação a distância da Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina) -, acredita que as redes sociais não são espaços de aprendizagem e formação, principalmente pela banalização das ferramentas no contexto social. Ela justificou sua afirmação com o resultado de uma pesquisa realizada entre os alunos da UnisulVirtual e da UOC sobre o uso dos espaços interativos. "Grande parte dos entrevistados apontou a preferência pela utilização de meios instrucionais que viabilizem o processo de ensino ou o contato com os professores", declarou ela.
As redes de aprendizagem, segundo Jucimara, são compostas por ações didáticas, recursos tecnológicos, conectividade e narrativas virtuais. "As redes sociais funcionam apenas como uma estratégia institucional, mas não como parte do processo educacional", acrescentou a diretora da UnisulVirtual.
Maiana aposta no potencial das redes sociais. Para ele, basta que as instituições de Ensino Superior adaptem as ferramentas aos objetivos educacionais dos programas virtuais. "Cada rede possui distintas funções a disposição das universidades, que podem testá-las aos poucos e avaliar a receptividade dos alunos e a influência dessas ferramentas no processo de ensino", sugeriu ele.
Falhas já estão corrigidas, mas usuários não atualizam o programa.
Gráfico da Microsoft mostra alta de ataques contra
o Java, superando os ataques ao formato PDF.
(Foto: Divulgação)
Um especialista da Microsoft alertou para o que chamou de “uma onda de ataques ao Java sem precedentes”. Informações coletadas pela empresa sugerem que o Java é a tecnologia complementar mais atacada por sites maliciosos na web, superando inclusive o PDF e o plugin do Adobe Reader, que antes era o alvo mais comum dos criminosos.
Os hackers preferiram atacar três falhas existentes no Java. As vulnerabilidades já foram corrigidas, mas Holly Stewart, a especialista da segurança da Microsoft que fez a análise das estatísticas, observou que o Java é muito popular, mas fica invisível. “Como você sabe que tem o Java instalado ou se ele está habilitado?”
A única indicação de execução do Java é um ícone próximo ao relógio, que só aparece durante a execução de um applet – como são chamados os recursos do Java na web. Se o site visitado for malicioso, a aparição desse ícone significa que já é tarde demais.
Stewart reconheceu que há uma dificuldade em detectar esse tipo de ataque. A maioria dos vendedores de antivírus se preocupa mais com as ameaças que ficam armazenadas no PC. Códigos maliciosos que exploram falhas de segurança não ficam na máquina – eles apenas são executados, instalam outros vírus e depois somem. É preciso uma análise específica dessa classe de vírus para que diferenças nos padrões de ataque sejam percebidas.
Na semana passada, o jornalista especializado em segurança Brian Krebs revelou a existência de um “kit de ataque” que explorava diversas falhas em navegadores para facilitar a instalação de pragas em páginas maliciosas ou infectadas. Krebs chamou o Java de “um presente para os desenvolvedores de códigos de ataque”.
Kit de ataque que explora falhas no Java pode ser comprado na web. Na foto, 77% dos usuários infectados foram vítimas de falhas no Java. (Foto: Reprodução)
A Google acabou de adicionar mais uma forma de incluir imagens em um documento do Google Docs. Antes, era possível escolher uma imagem armazenada no computador do usuário, indicar o endereço de um arquivo na internet ou, então, pesquisar por uma imagem no Google.
Agora, quem precisar ilustrar um texto, por exemplo, poderá simplesmente arrastar e soltar um arquivo de imagem para a janela do documento que está sendo editado no Google Docs. Ao soltar o botão esquerdo do mouse, o upload e a inclusão do arquivo no documento serão feitos automaticamente.
Por enquanto, a nova funcionalidade está disponível para as últimas versões do Google Chrome, Firefox e Safari. O suporte para outros navegadores será lançado futuramente.
Testamos a função em um desktop com Windows XP e Firefox 3.6, e tudo funcionou perfeitamente.
A suíte de escritório da Google começou a ser desenvolvida como dois produtos distintos. De um lado, o Spreadsheet, a planilha eletrônica anunciada pela empresa em 2006. De outro, o Writely, um editor de textos para a web que foi comprado pela Google junto com a empresa que o desenvolveu, a Upstartle.
O Google Docs foi lançado para os usuários do Google Apps em fevereiro de 2007 e, atualmente, oferece, além do editor de textos e da planilha eletrônica, possibilidades de trabalhar com a criação de apresentações de slide, formulários e desenhos vetoriais.
Os professores de hoje em sala de aula na faixa etária de seus vinte anos de meados dos anos sessenta.Os professores mais jovens "nativos digitais", tendem a usar tecnologia em sala de aula, quase sem pensar nisso.Para muitos dos professores veteranos, ou "imigrantes digitais", o uso da tecnologia para a sala de aula é estranha a eles, e muitos sentem, desnecessário para a instrução de sucesso e também não há para a aprendizagem do aluno. Numa época em que nossos alunos estão entrincheirados na utilização das diversas formas de tecnologia em uma base diária, deve haver uma expectativa de que todos os professores em sala de aula, independentemente do seu "nível de conforto", ser alfabetizado e em empregar a tecnologia no fornecimento de seus aulas?distritos escolares devem exigir que os professores que necessitam para atender distrito oferecido treinamento em tecnologia para trazê-los "em velocidade de cruzeiro" com a tecnologia?Ou, os distritos escolares devem ter uma "cláusula do avô", que permite que os professores contratados antes de um determinado ano a renunciar aprender a usar tecnologia em sala de aula, uma vez que estão "perto de se aposentar de qualquer jeito?"
Jogos on-line para você se divertir e trabalhar em laboratórios com seus alunos ou para realizar atividades extras para que os alunos aprendam brincando. Clique no link que é aberta uma nova janela como o jogo.
Observação: A maioria deles foi desenvolvida com o software Flash da Adobe. Logo, isso torna um aprendizado interessante a vpcê professor. Procure buscar novas tecnologias para incrementar suas aulas e para que desenvolva seu próprio joguinho. É muito simples e com certeza vale a pena.
Sapos*: Lógica - Faça com que os sapos machos fiquem à direita e as fêmeas à esquerda Jogo da travessia do Rio***: Lógica - Atravesse todos para o outro lado. Padres e Canibais**: Lógica - Não deixe que o número de canibais seja maior que o número de padres em nenhuma das margens. Pinguins**: Lógica - Ajude os pinguins a atravessarem para o outro iceberg. Ponte Escura***: Lógica - Ajude as pessoas atravessarem a ponte.
JOGOS COM VÁRIOS NÍVEIS: Num Clique*****: Junte os blocos de 3 em 3 na horizontal ou vertical Gravidade****: Salve o bonequinho levando-o com segurança até o bloco cinza (cheguei no 16) Let it Flow****: ligue os canos e clique o mais rápido possivel para tirar água do poço. Building Houses*****: Lógica de Visão Espacial (Construa ou Destrua para formar as "casas") Acno's Energizer****: Lógica Geométrica de estratégia com fases. (Fiz 184 pontos na primeira vez) Light Bot****: Leve o robozinho à casa azul com os comandos Rush Hour1***: Lógica Geométrica de encaixe Rush Hour 2***: Lógica Geométrica de encaixe Bloco*****: Lógica de Visão Espacial (Rolagem de um Paralelepípedo) Lógica 3D****: Lógica de Visão Espacial (ligue os quadrados de mesma cor) Rampa****: Lógica da Física Eletric Box****: Lógica de Fisica (eletricidade) KLOTSKI***: Lógica Geometria de encaixe (tente retirar o bloco maior) Wondenpath***: Lógica de encaixe Fuga do Castelo****: Lógica Geométrica Orbox B****: Lógica de direções e sentidos (fase 13) Orbox 2 ****: Lógica de direções e sentidos Labirinto****: Lógica de Direções e sentidos Balox****: Lógica de Direções e sentidos (barra de espaço troca a caixa com a bola) Carregamentos****: Lógica de direções e sentidos - clique nas setas para alterá-las. Átomos ***: Lógica geométrica, química Box****: Lógica geométrica Sacoban****: Lógica Geométrica
Construção**: Lógica de Visão Espacial
Cubox**: Lógica de Visão Espacial Ciberbox****: Lógica de Direções e Sentidos Cubox****: Lógica de Direção e Sentido Bones****: Lógica de Direção e Sentido Parking Zone***: Lógica de Grafos Linhas***: Lógica de Grafos (Nenhuma linha pode se cruzar) Ratos****: Lógica de Estratégia com objetos (Salvem os ratinhos!) Kaeru Jump***: Ajude a rã saltar em todas as folhas Senha***: Lógica Calculadora Quebrada***: Raciocínio Aritmético Balança Lógica***: Lógica de pesos (fiz 24344) Jarros de água***: Raciocínio Aritmético Figuras Lógicas***: Lógica Escoteiros**: Lógica de tabela Nonogram**: Lógica de tabela Abra as caixas****: Descubra a lógica de cada caixa
*Classificação do Jogo
O MakeHuman é um programa totalmente gratuito desenvolvido para o modelamento de personagens tridimensionais. Em apenas alguns minutos, você pode fazer seu boneco altamente realista.
Os diferenciais deste para outros programas do mesmo gênero incluem uma interface nova e exclusiva conhecida como tetraparamétrica e um sistema de pose natural que simula os músculos do corpo humano com mais precisão.
Esta interface foi desenvolvida após um período de estudo ergonômico combinado com análises de características do corpo humano. Este recurso permite criações rápidas e precisas com apenas quatro botões principais. Ao todo, 90% das peculiaridades do corpo podem ser modeladas. Recursos e facilidades
A interface ainda conta com recursos inteligentes. Por exemplo: se você está modelando uma mulher, ao aumentar o peso dela, a gordurinha extra será armazenada nos lugares comuns de um corpo feminino. O mesmo vale para aspectos da idade e outras características que mudam de maneiras diferentes para homens, mulheres e crianças.
Já o sistema de pose natural permite a simulação dos movimentos musculares de maneira precisa. Isso é feito através de algoritmos com base de dados. Os resultados ficam cada vez melhores à medida que novas informações são acumuladas.
O sistema de mesh é leve e otimizado para subdivisões. A topologia foi estudada em detalhes para oferecer moldes com número reduzido de nós e triângulos e com todas as bordas necessárias para gerar animações nas poses corretas.
O MakeHuman tem renderização baseada no padrão Renderman. O programa exporta as cenas em formato RIB e utiliza alguns dos shaders compatíveis com a tecnologia. Para o processo de renderização, qualquer engine que suporte a linguagem Renderman pode ser utilizado.
O software oficial compatível com o MakeHuman é o Aqsis, que também é gratuito. É necessário ter o Aqsis instalado para criar imagens diretamente com o MakeHuman.
O MakeHuman exporta nos formatos Collada ou OBJ. o primeiro formato permite uma estrutura totalmente adaptável. No momento, o link para vertex deve ser desenvolvido pelos usuários, mas a previsão é de que este recurso seja automatizado nas versões posteriores do programa. Novidades e previsões
Os desenvolvedores do MakeHuman estão trabalhando em conjunto com o Departamento de Morfologia Humana da Universidade de Milão para um método para reconstruir a cabeça humana utilizando poucos pontos. Trata-se de uma reconstrução total e não a adaptação de um molde aos pontos de controle de uma posição.
A equipe do MakeHuman também pretende completar o banco de dados de personagens étnicos o quanto antes. A parte masculina já está completa, faltam apenas alguns ajustes na feminina.
Um shader específico para pele também está “na manga” dos desenvolvedores.
Quem nunca sonhou em realizar testes em um simulador de direção, podendo dirigir para qualquer lugar e realizar qualquer manobra sem sair do lugar? Mas os equipamentos tradicionais vão ficar parecendo brincadeira de criança perto da grande novidade da Lexus: um simulador que caminha de verdade por trilhos em um ambiente tão grande quanto um estádio de futebol e que promete ser o mais avançado equipamento do tipo no mundo!
A fabricante japonesa de automóveis não economizou tecnologia ao construir o simulador e tudo foi pensado para que os testes realizados nele sejam os mais fiéis possíveis à realidade. O domo branco abriga um Lexus completo e é revestido internamente por telas em toda a sua circunferência. O motorista, dessa forma, pode olhar para qualquer lado e ter a sensação de total imersão no ambiente.
Mas o que mais impressiona mesmo é o exterior. O funcionamento dos trilhos no imenso hangar é uma obra de arte da engenharia, podendo mover o carro em qualquer direção. Além de ir para frente e para trás, o domo se move ao mesmo tempo em outro eixo em trilhos para qualquer um dos lados e pode se inclinar, dando a sensação de velocidade de até 299Km/h sem qualquer risco de acidentes. O vídeo de apresentação do equipamento deixa bem clara a grandeza dele.
O risco zero em condições extremas, alias, é o que mais motivou a construção do gigantesco equipamento. Os pesquisadores e engenheiros pretendem realizar testes em todos os tipos de situações, como com pessoas sonolentas ou mesmo embriagadas e comparar com testes realizados com motoristas sãos. É possível controlar os testes para que um grande número deles seja realizado com exatamente o mesmo cenário e todos os mesmos riscos simulados. Os resultados obtidos podem ser usados para construir carros mais seguros e que atendam completamente às necessidades dos usuários.
A melhor notícia para quem gostou do gigante da Lexus é que, conforme dito por Paul Williamsen no vídeo de apresentação do simulador, as pessoas selecionadas para os testes serão cidadãos comuns. Ou seja, está afim de dar uma voltinha? Basta viajar para o Japão e torcer para ser um dos escolhidos!
Se você já conversou com um usuário do iPhone, provavelmente você já ouviu falar do jailbreak, uma alteração no iOS que permite os usuários utilizar várias funções que a Apple, em acordo com as operadoras ou por decisão própria, preferiu manter fora do seu equipamento.
De certa forma, o root (raiz) de um dispositivo com Android é semelhante ao jailbreak do iPhone, tanto no aumento das possibilidades do aparelho quanto no quesito legal, já que ambos os processos podem anular a garantia do aparelho.
Além disso, existe uma pequena possibilidade de algo dar errado, e seu telefone parar de funcionar. Portanto, um alerta desde o começo: se você desejar o poder liberado com o root, faça-o por sua própria conta e risco! O Baixaki não se responsabiliza por danos que, porventura, acontecerem ao seu aparelho Android por uma tentativa frustrada de obter o superusuário.
Superandroid
Apesar de existir um pequeno risco, tomar as rédeas do sistema operacional do seu telefone tem vantagens significativas e, ao seguir o processo corretamente, as chances de algo dar errado são realmente muito baixas.
Para entender melhor o que significa ter um telefone “rootado”, basta se lembrar da diferença entre um usuário normal e um administrador no Windows, ou o uso do comando sudo no Linux. As permissões e capacidades desses usuários permitem a alteração de configurações avançadas que usuários normais nem desconfiam que existem.
Como você descobrirá ao longo deste artigo, as permissões do superusuário melhoram o desempenho do telefone e oferecem novas possibilidades de utilização.
Android turbinado
Alguns aplicativos exigem que o telefone seja “rootado” para que funcionem no Android. Entre estes, alguns dos mais comuns são os que envolvem o overclocking do smartphone.
Estes softwares alteram a maneira com que processador e memória são acessados, e, portanto, pode aumentar ou diminuir a velocidade de processamento dos eventos do Android.
Se o usuário precisa de maior velocidade, é possível determinar condições ótimas de funcionamento, melhorando consideravelmente o desempenho do aparelho. Da mesma forma, se a intenção for uma maior conservação da carga na bateria, basta limitar a oferta de recursos do sistema.
Internet para todos
Ok, os usuários da versão 2.2 do Android não devem considerar isso uma grande vantagem, já que o Froyo tem a capacidade de compartilhar a conexão do telefone por Wi-Fi ou USB como padrão, mas quem ainda não recebeu a atualização em seu aparelho pode transformar seu smartphone em modem ou hotspot facilmente depois do root.
Para isso existem vários aplicativos, como o Barnacle Wi-Fi Tether ou o WiFi Tether disponíveis no Android Market, que transformam aparelhos com versões anteriores do Android em pontos de acesso à internet.
ROMs alternativas
Uma das grandes diferenças entre um telefone “rootado” e outro sem as permissões do superusuário é a possibilidade de utilizar versões adaptadas do Android. Como o sistema da Google é de código livre, desenvolvedores no mundo todo têm acesso à programação e podem desenvolver alterações personalizadas para os aparelhos.
Pense em versões livres e independentes dos fabricantes de sistemas como o Motoblur da Motorola ou o HTC Sense. Algumas melhorias de interface, aplicativos padrão diferentes e mudanças no gerenciamento de recursos do telefone são as principais características dessas ROMs.
Infinitas possibilidades
Além do overclocking, da conexão compartilhada e das ROMs alternativas, existem vários softwares – no Android Market ou obtidos diretamente dos desenvolvedores – que funcionam apenas em telefones com permissão de superusuário.
Por exemplo, o drocap2 permite a captura de telas sem necessitar do computador; outros programas oferecem funcionalidades estendidas para o dispositivo. Backup, controle de cache e até mesmo facilidades para reiniciar e restaurar o aparelho fazem parte do rol de possibilidades ofertados pelo root.
Buscando as raízes
Como dito anteriormente, fazer o root de um Android pode causar mais problemas do que oferecer vantagens. Existem vários casos documentados pela internet de ambos os fatos, com óbvia vantagem para os usuários que foram bem sucedidos.
Ainda assim, o Baixaki renova o alerta de que liberar o acesso ao superusuário do seu telefone é uma escolha sua, e que não nos responsabilizamos se, porventura, você se torne um dos poucos azarados que inutilizou um smartphone ao tentar fazer o root.
Sua coragem não sumiu? Então preste atenção em como fazer para abrir esse novo mundo de possibilidades em seu Android.
Uma ressalva, entretanto. Ambos os modos de acessar o superusuário descritos a seguir não influenciam a instalação de ROMs alternativas, por não abrir o acesso ao “bootloader” (aplicativo responsável pela inicialização do Android).
Assim, fazer o root por qualquer um desses processos – em teoria – não invalida a garantia do seu aparelho, apesar de ainda poder causar alguns problemas de utilização.
Direto no Android
Existe uma maneira de fazer o root do seu Android direto no telefone, e ao contrário da maioria dos processos que você encontra na internet, neste caso é possível também limpar o acesso ao superusuário.
Para isso, você deve permitir que seu telefone instale aplicativos obtidos fora do Android Market. Para tanto, basta acessar as configurações do aparelho na seção Aplicativos e acionar o comando “Fontes desconhecidas”. Com isso, é possível instalar programas com extensão APK. Para mais detalhes, consulte o tutorial sobre instalação de aplicativos no Android.
O próximo passo é baixar e instalar o Universal Androot, que você pode obter clicando neste link. Depois de transferir o arquivo para o SD do smartphone, instale o programa normalmente.
Acione o Universal Androot a partir do menu de aplicativos do Android e libere o acesso root tocando no botão “Root :-)”. Caso queira reverter o processo em algum momento – quando vender o aparelho para comprar seu próximo Android, por exemplo – basta ativar o software novamente e acionar o comando “Unroot :-(“..
Pelo computador
Outra maneira fácil e conhecida de liberar o acesso ao superusuário do Android é através do PC. Para isso é necessário a instalação do SuperOneClick, que irá criar o root no aparelho.
Este aplicativo só está disponível – por enquanto – para Windows e, assim, usuários Mac e Linux deverão encontrar uma maneira de rodar o ambiente da Microsoft para aplicar esta alteração em seus aparelhos.
Depois de instalar o SuperOneClick, conecte o smartphone ao computador pelo cabo USB, e desative a montagem do cartão.
Voltando ao PC, inicie o SuperOneClick e acione o botão “Root”, do topo da interface. Uma série de textos serão exibidos na parte inferior da tela do aplicativo, informando os processos realizados pelo programa. Assim que o Android estiver rootado, um diálogo “Device is rooted” será exibido.
O superusuário
Cada aplicativo tem um sistema diferente de exibir as configurações e outros elementos do usuário root.
Para acessar essas informações, no menu de aplicativos do Android, procure por ícones que não estavam lá antes, normalmente com legendas como “Superuser”, “SU Whitelist” e “Root user”. Esses nomes variam de aparelho para aparelho, e também dependem do processo usado para liberar o superusuário.
Independente disso, todos aqueles aplicativos mencionados anteriormente que exigem root agora já são utilizáveis no seu smartphone. Aproveite!
No mês passado, usina nuclear do Irã foi atacada por vírus de computador.
Governo britânico é alvo de 1 mil tentativas mensais de infiltração.
A primeira usina atômica do Irã, Bushehr, foi
atacada por vírus no mês passado. (Foto: AP)
O diretor da agência britânica de espionagem de comunicações disse, em discurso, que os países já estão utilizando técnicas de guerra cibernética para lançar ataques uns contra os outros. Iain Lobban, diretor do Government Communications Headquarters (GCHQ), afirmou que sistemas do governo britânico são alvo de 1 mil tentativas mensais de infiltração.
"O ciberespaço é disputado a cada hora, a cada dia, a cada minuto, a cada segundo", disse ele em discurso em Londres na noite da terça-feira (12).
Segundo Lobban, o crescimento da guerra cibernética eleva o risco de ataques à infraestrutura, como usinas de energia e serviços financeiros.
O GCHQ trabalha com uma grande operação de escuta semelhante à Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos, e cuida de atividades como decifração de códigos e coleta de informações.
Ataque no Irã
Políticos e líderes dos serviços de espionagem em alguns países vêm lançando alertas cada vez mais frequentes sobre a crescente ameaça da guerra cibernética. A questão ganhou destaque no mês passado quando especialistas em segurança sugeriram que o worm Stuxnet, que atacou um sistema industrial amplamente utilizado, pode ter sido criado por um Estado com o objetivo de atacar instalações nucleares no Irã.
"É verdade que vimos o uso de técnicas de guerra cibernética por um país contra outro, a fim de criar pressão diplomática ou econômica", disse Lobban.
Em relatório parlamentar, o GCHQ havia indicado que países como Rússia e China representam a maior ameaça de ataque eletrônico contra o Reino Unido. Os Estados Unidos estão criando um “Cibercomando” em suas forças armadas para proteger suas redes e montar ataques cibernéticos.
Evan Williams discursou durante evento em San Francisco.
Nova versão do microblog foi lançada no mês passado.
Cofundador prevê atingir a marca de 1 bilhão de
usuários. (Foto: Reprodução)
O Twitter ultrapassou a marca de 160 milhões de usuários no mês passado, mas o cofundador do microblog Evan Williams disse que já está de olho na marca de 1 bilhão. Williams, que deixou o cargo de diretor-executivo no mês passado, fez a afirmação durante um evento em San Francisco, na terça-feira (12).
A projeção de Williams refletiu no comentário feito pelo fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, que também prevê a marca de 1 bilhão de usuários. Porém, a rede social já superou os 500 milhões em julho deste ano. Para distinguir o seu serviço, Williams disse que sua marca de 1 bilhão seria diferente do Facebook. Novo Twitter
Lançado há quase um mês, o novo Twitter já está disponível para todos os usuários. Em um post publicado no blog oficial, a rede social anunciou que a nova versão do serviço já pode ser acessada em seis línguas e, para aquelas que ainda preferem a versão antiga, ela será descontinuada em algumas semanas.
Sobre o novo design do Twitter, Williams e Biz Stone, também cofundador do microblog, disseram que, até agora, a reação tem sido muito positiva, não havendo nenhum protesto contra a mudança.
No total, são 16 atualizações para Windows, Office e MS Server.
Entre as falhas corrigidas estão as que permitiram a disseminação do Stuxnet.
Falhas corrigem 49 brechas em programas como o
Windows 7. (Foto: Reprodução)
A Microsoft liberou nesta terça-feira (12) o maior pacote de atualizações de segurança já produzido pela empresa. Com 16 atualizações, a companhia corrige 49 problemas identificados em softwares como o sistema operacional Windows. Entre as falhas corrigidas estão as que permitiram a disseminação do vírus Stuxnet, que infectou instalações nucleares no Irã e na Índia.
Quatro dos 16 "patches" são considerados de alta prioridade, e devem ser instalados imediatamente por usuários de computadores com sistema operacional Windows. As atualizações de segurança corrigem falhas que permitiam que criminosos assumissem o controle da máquina pela internet.
A Microsoft também corrigiu problemas de menor gravidade no Windows, além de falhas de segurança no pacote Office para PCs e no software para servidores Microsoft Server.
Até esta terça-feira, o recorde de vulnerabilidades corrigidas em um mesmo pacote era de 34, em outubro de 2009. A marca havia sido repetida em outras duas ocasiões, em junho e agosto de 2010.
Tire suas principais dúvidas em relação a compras em sites internacionais e não sofra na hora de importar produtos.
Você já quis muito adquirir algum produto e não conseguiu encontrá-lo no Brasil? Ou então encontrou o mesmo produto a preços muito mais baixos em outro país? Se você faz parte de um destes grupos e quer aprender as formas mais seguras de realizar compras internacionais com o menor número de riscos possível, acompanhe este artigo.
O Baixaki preparou um apanhado das perguntas e respostas mais frequentes quando o assunto é comprar em lojas de outros países. Ao terminar de ler o texto, esperamos que você tenha sanado todas as suas dúvidas referentes aos valores que podem ser cobrados e aos riscos assumidos em compras deste tipo.
O que você precisa ter para fazer uma compra internacional?
Para realizar uma compra em sites estrangeiros é necessário possuir um cartão de crédito internacional ou uma conta em serviços como o PayPal. Os cartões de crédito internacionais precisam ser habilitados nos bancos, mas hoje estão muito mais fáceis de serem conseguidos do que há cinco anos.
A grande maioria dos bancos que possui contas universitárias já disponibilizam os cartões internacionais na ativação das contas. Mas em alguns casos o cliente precisa ir até a agência para habilitar as opções de compras fora do país.
Como escolher o vendedor?
Esta parte é uma das mais importantes de todo o processo, afinal, se escolher um vendedor sem avaliar todos os itens necessários, é possível que o produto encomendado nunca chegue à sua casa. O primeiro passo é avaliar se o vendedor (ou loja virtual) entrega os produtos no Brasil (a Amazon faz entregas de livros, mas não de LPs, por exemplo).
Caso o vendedor realize as entregas em terras brasileiras, é muito importante verificar como está a reputação dele com outros compradores que realizaram negociações (algo muito parecido com o que ocorre no Mercado Livre). Neste momento você deve verificar se os compradores avaliaram as negociações positivamente.
Outro ponto que merece uma análise é o tipo de entrega oferecido pelo vendedor. First Class International costuma ser o tipo de frete mais barato, mas o tempo de entrega é bastante variável (podendo levar semanas ou meses). Priority Mail é rastreado e, se passar dos 50 dólares, possui os 60% da importação agregados. Express Mail é o mais rápido, e caro, de todos.
Quais são todas as taxas envolvidas?
Como é sabido, há uma gama de taxas que são cobradas para os produtos que são trazidos de fora do país. O problema é que pouca gente sabe quais são todas elas e o que elas representam. Confira: ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços): é o imposto cobrado por toda e qualquer mercadoria que ultrapasse os limites estaduais e municipais ou fronteiras nacionais. Ou seja, é o valor agregado a todos os produtos, visto que qualquer "troca de mãos" é considerada como "circulação" . IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados): é um imposto cobrado sobre todos os produtos que não são produzidos artesanal ou manufaturadamente. Para produtos importados, a taxa é cobrada sobre o valor do produto já com as taxas de importação acrescidas.
II (Imposto sobre Importação de Produtos Estrangeiros): todos os produtos que chegam de fora do país são taxados com este imposto. Importante lembrar que para a saída dos produtos não são cobrados tributos.
O que acontece na alfândega?
Para grande parte dos importadores, a alfândega é uma verdadeira vilã. É na alfândega (ou aduana) que os departamentos responsáveis pela fiscalização das importações e exportações agem. Nestes setores são feitas comparações entre o que foi declarado pela pessoa que está entrando no país e o que realmente existe em suas bolsas.
Há uma série de “poréns” nas alfândegas. Muitos produtos que são considerados “para uso pessoal” (clique aqui para ler o conceito de bagagem, da Receita Fedelral) não são tarifados e por isso não possuem taxas adicionais. Entretanto, isso vale apenas para quem viaja para comprar os produtos, e como estamos falando de lojas internacionais, a conversa é um pouco diferente.
Sobre cada produto que é enviado de outros países para o Brasil, há uma taxa de importação de X% sobre o valor do produto. Caso os produtos superem o valor de 500 dólares, e não forem declarados (o que representa uma prática ilegal) é cobrada uma multa adicional de 50% sobre o valor excedido. Para facilitar a compreensão, vamos exemplificar:
Caso as compras atinjam o valor de 1000 dólares, o valor excedente será de 500 dólares. A taxa adicional é cobrada sobre os 500 que ultrapassaram, não sobre os 1000. Ou seja, o adicional será de 250 dólares. Além disso, mais 600 dólares são cobrados naturalmente, por representar 60% do valor da importação (1000). Assim, o preço final será de 1850 dólares.
Mas nem todos os produtos possuem essa taxa de 60%. Tudo depende do tipo de produto que está sendo importado.
Derrubando mitos
Geralmente as compras que somadas, não passam dos 50 dólares não são tarifadas como produtos importados. Mas é importante notar que isso não é uma regra, pois tudo depende da sorte do comprador, ou seja, se a alfândega desconfiar que há contrabando em um lote de importações, é possível que todos os produtos ali sejam taxados.
Outro fato importante é que muitos acreditam que se os produtos forem enviados como presentes não há taxa de importação. A verdade é que este mito funciona da mesma maneira que o item anterior: tudo depende da aduana fiscalizar o produto ou não.
Facilitando as compras
Isenções
Há uma série de produtos que não são taxados, independentemente dos valores cobrados pelos materiais. Livros, revistas e periódicos são considerados bens culturais, por isso não sofrem taxas. Remédios com receita para pessoa física específica também não podem ser taxados, assim como bens adquiridos nas Free-shops internacionais.
Serviços facilitadores
Importa Fácil: os correios brasileiros possuem um sistema muito interessante para quem quer importar produtos individuais. Confira no site oficial do serviço como podem ser feitos os pedidos para garantir que os produtos sejam enviados e recebidos pelos brasileiros sem problemas. SkyBox.net: se você quer comprar produtos dos Estados Unidos, mas não consegue porque os vendedores só entregam em endereços norte-americanos, uma ótima opção é utilizar o SkyBox. O serviço é pago e realiza o intermédio entre as lojas e os consumidores, criando uma caixa postal física nos Estados Unidos para os estrangeiros. PayPal: utilizando contas neste serviço os usuários não precisam expor os seus cartões de crédito para vendedores desconhecidos. Adquirindo créditos PayPal, é possível comprar produtos em lojas estrangeiras sem realizar a transação diretamente, pois o serviço funciona como um intermediário.
Principais lojas
As principais lojas norte-americanas que oferecem segurança nas compras são Deal Extreme (direto da China) e Amazon. Sites que reúnem vendedores, como o eBay, também são muito utilizados, mas neste caso é necessário avaliar bastante a reputação dos vendedores para evitar dores de cabeça. Você deve se lembrar sempre de analisar se os produtos podem ser enviados para o Brasil, caso contrário é necessário utilizar serviços como o SkyBox.
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O Baixaki espera que as principais dúvidas da maioria dos usuários tenham sido sanadas com este artigo. É importante lembrar que há riscos em compras deste tipo, por isso é recomendado que toda a legalidade seja seguida durante as compras – assim você poderá reclamar seus direitos caso algo saia errado.
Se você conhece outros modos de comprar em lojas internacionais, conte para nós. Aproveite o espaço dos comentários para dizer também o que achou das dicas contidas neste artigo.
Programas gratuitos permitem editar conteúdo multimídia.
Para visualização em celular recomenda-se formato adequado.
Uma tarefa de que deveria ser tão simples – assistir vídeos em dispositivos que se consideram “multimídia” – nem sempre é tão fácil como deveria. Quantas vezes um vídeo que funcionava bem no seu computador simplesmente não rodou no vídeo de um amigo, colega, da escola ou do trabalho? O lado técnico reflete a complicação: você sabe o que é um codec? Taxa de bits? Quadros por segundo? Por isso o G1 preparou um guia para que você consiga converter seus vídeos e assisti-los em qualquer computador – e até no celular – usando apenas softwares gratuitos.
Em sua primeira parte, este guia mostrará como você pode “cortar” um vídeo para criar um novo arquivo com apenas a parte desejada. Isso é útil se você quer exibir apenas uma cena de um filme sem ter que carregar o arquivo inteiro. Além disso, você pode, também, criar uma montagem, “colando” os trechos cortados em um único arquivo.
Na segunda parte, você conhecerá as ferramentas para converter seu vídeo, trocando-o de formato para adaptá-lo a qualquer sistema em que ele seja executado.
Software permite realizar cortes rápidos em um
vídeo sem alterar o formato (Foto: Reprodução)
Preparando seu vídeo
Se você tem um vídeo e quer usar apenas um trecho dele, você pode cortar esse trecho e salvar em um novo arquivo. A ferramenta Avidemux consegue fazer isso de forma rápida, e você pode – se desejar – usá-la também para converter seu vídeo.
Basta abrir o vídeo (File > Open) e rodá-lo, ou usar a barra de reprodução para ir até o ponto desejado no vídeo para o início do corte (onde você quer que o vídeo novo inicie). Clique no botão “[A]”, logo à direita do “>>”. Depois, vá até o ponto final de corte (onde você quer que o vídeo termine) e clique no [B]. Clique em File > Save e você terá um vídeo novo apenas com o trecho selecionado.
Se você quer criar um vídeo novo com vários trechos, você pode realizar vários cortes e salvar cada um. Depois, abra o primeiro da lista e clique em File > Append. Selecione o vídeo seguinte. E assim por diante. No final, você terá um vídeo novo. Note que, se você tiver vídeos em diferentes formatos para juntar, esse processo poderá levar mais tempo.
Nas opções à esquerda, cujos padrões são “Copy”, “Copy” e “AVI”, você pode configurar qual será o formato do vídeo utilizado. Um vídeo não é apenas definido pela sua extensão (.avi, .mp4, .mkv, etc), mas sim pela forma como o vídeo foi codificado, ou seja, transformado em bits que o computador compreende. Este guia, no entanto, recomenda que você se sinta confortável com o Any Video Converter primeiro antes de se aventurar no Avidemux.
Se você quer realizar uma edição mais completa do seu vídeo, outra opção gratuita é o Windows Live Movie Maker, parte da suíte Live. No entanto, o vídeo precisa ser sempre convertido para o formato de vídeo do Windows (WMV), o que demanda mais tempo do que um corte simples no Avidemux e, dependo do lugar em que o vídeo será utilizado, não é interessante que o arquivo seja convertido duas vezes, porque ele perde qualidade a cada conversão. Entretanto, se você for executar o vídeo em outro computador com Windows, isso não será um problema.
Windows Live Movie Maker é gratuito e parte integrante da suíte Live ou do Windows XP. (Foto: Reprodução)
Convertendo seu vídeo
O Any Video Converter permite que você transforme o formato do seu vídeo para Flash, para um formato aceitável por celulares ou, ainda, para diversos outros codecs. Mas antes de se aventurar nesse mundo, conheça alguns termos: Resolução: é a quantidade de pontos em um vídeo. Quanto maior, melhor a qualidade. Porém, é preciso que as outras configurações do vídeo (especialmente a taxa de bits) acompanhem o aumento da resolução. Caso contrário, a qualidade irá piorar. Alguns codecs também trabalham melhor com vídeos em resolução mais baixa ou mais alta. Codec: encoder/decoder. É um software que cria uma “linguagem” de vídeo, ou seja, um software capaz de criar um vídeo e depois ler esse mesmo vídeo criado. Muitos vídeos não funcionam em alguns computadores porque o computador não possui um codec de leitura (decoder) compatível com o codec de escrita (encoder) usado para gerar o vídeo. Alguns codecs estão mais presentes do que outros, e talvez seja interessante converter um vídeo para múltiplos formatos para garantir que um deles funcione.
O codec é o formato real do vídeo. Um arquivo .AVI por exemplo pode usar vários codecs. É por isso que não é correto dizer que “meu computador só roda .AVI” ou “esse .AVI está com problema, porque meu computador roda todos os .AVI”. AVI, MKV, MP4 e outras extensões são chamadas de “contêineres” – em outras palavras, “cascas” que armazenam o vídeo de fato. O computador precisa ser capaz de abrir a “casca” e também processar o vídeo. Taxa de bits (bitrate): quantos bits serão usados por segundo para armazenar o vídeo. Quanto mais bits podem ser usados, maior a quantidade de informação que pode ser colocada. Mas atenção: o tipo de codec utilizado influencia muito na taxa de bits. Para alguns codecs, uma taxa de bits precisa ser mais alta, já outros aceitam valores mais baixos. Isso porque cada codec foi desenvolvido para um determinado uso e é mais eficiente quando usado para as finalidades para as quais ele foi projetado. Também chamado de “taxa de transferência”. Quadros por segundo (qps/fps): um vídeo é uma sequência de imagens. O valor de quadros por segundo identifica quantas imagens por segundo serão exibidas para formar o vídeo. Quanto maior, mais suaves serão os movimentos. Normalmente, vídeos ficam entre 23 a 30 qps. Pode ser considerado a taxa de velocidade da reprodução.
Opções do Any Video Converter se localizam à direita, onde é possível configurar a resolução do vídeo e demais opções. Na parte mais acima, o Profile (Perfil) permite selecionar uma configuração predefinida. Ele também pode pegar vídeos do YouTube. (Foto: Reprodução)
Sabendo isso, você pode configurar o Any Video Converter (AVC). Na janela principal, clique em Abrir Vídeo. Selecione o arquivo de vídeo desejado. À direita, selecione um Profile que preferir. Há opções para vídeos em Flash e também o MPEG-4 para celulares – que terá uma resolução reduzida. Note que você pode usar as opções da tesoura para também cortar seu vídeo aqui, ou a da varinha para fazer um recorte (reduzir o quadro). Depois de tudo pronto, clique em Converter. Você pode converter vários vídeos de uma só vez.
Se o vídeo ficar muito pequeno no seu ceular, aumente a resolução. Se estiver em baixa qualidade, aumente a taxa de transferência (bitrate). Se o som estiver ruim, role a janela direita um pouco para ver as opções de áudio. Normalmente, em qualquer codec de áudio escolhido, a taxa de 128kbps consegue produzir áudio de qualidade razoável.
Software é específico para trabalhar com codecs de
celulares, iPhones e até PSPs. (Foto: Reprodução)
Se por algum motivo seu celular não tem suporte a mp4, o AVC só terá suporte para os vídeos padrão de celular (3GP) na versão paga. Mas isso não é problema: há um software específico para os formatos padronizados de celular, o Mobile Media Converter. Ele permite inclusive que você converta dos formatos de celular (como áudio AMR) para MP3 – e também permite o trajeto inverso.
Para as opções avançadas, clique nas setas laterais que aparecem no programa. Você poderá configurar a qualidade ou ir às opções avançadas para colocar manualmente as taxas de bits, quadros por segundo e outras – mas isso normalmente não é necessário.
Se você tiver alguma dificuldade para usar um formato de vídeo com o Mobile Media Converter, você pode converter o vídeo com o Any Video Converter ou com o Avidemux antes.
Vídeos podem não ficar em tela inteira dependendo
da resolução do aparelho e das imagens.
(Foto: Altieres Rohr/Especial para o G1)
Dicas
Configure o Any Video Converter antes de realizar vários trabalhos de conversão. As opções estão em Editar > Opções. Em “cabeçalhos”, coloque 2 se você tem um computador de dois núcleos ou Pentium com HyperThreading. Experimente aumentar ou diminuir essa configuração para verificar o desempenho da sua máquina na conversão do vídeo.
Para vídeos em celulares, não é preciso uma resolução alta. Porém, em aparelhos mais novos e de ponta, resoluções mais altas são necessárias. Até mesmo o padrão de qualidade alta do Mobile Media Converter possui uma resolução baixa, conhecida como QCIF (176 × 144). Vá às opções avançadas e troque para CIF (352 × 288) caso deseja utilizar esse formato, ou verifique as especificações do seu celular para reproduzir vídeos DivX, que podem ter resoluções maiores sem problemas.
Utilize os codecs Xvid e x264, pois eles são eficientes e produzem vídeos de qualidade em baixas taxas de bits.
Lembre-se de aumentar a taxa de bits quando for aumentar a resolução do vídeo, mas considere que isso terá um impacto no tamanho do arquivo.
Instale um pacote de codecs para garantir que seu computador possa executar a maioria dos vídeos. Veja essa lista do Baixatudo, mas instale apenas um!
Agora você já entende um pouco mais sobre como funcionam os vídeos e como é possível fazer cortes básicos e mudá-los de formato, reduzindo as dores de cabeça causadas pelos vários formatos de vídeos incompatíveis.
Google aparece com novo formato para imagens e com a promessa de ser muito mais leve do que o padrão atual.
Quando a internet se popularizou no Brasil, era comum encontrar conexões sendo feitas com modems de 14K. Por isso, a navegação era complicada em sites com o conteúdo composto por muitas imagens. Hoje, mesmo com velocidades cada vez maiores ao redor do mundo, essa carga ainda é um fator que pesa em servidores e torna a rede um pouco mais lenta.
O JPEG sempre foi uma forma excelente de se diminuir o tamanho de arquivos de imagem sem perder consideravelmente a qualidade de forma visível para os internautas.
Entretanto, a Google fez algumas pesquisas de como é o tráfego na internet e chegou à conclusão de que boa parte dos "travamentos" e "demoras" durante a navegação são ocasionados pelas imagens. E, assim, resolveram lançar sua solução: o WebP. O que é WebP?
Desenvolvido totalmente com base nas pesquisas realizadas com relação à navegação, a empresa criou seu próprio formato de imagens comprimidas, chamado WebP. Ele usa um método de compressão "leve" — ou seja, que mantém o máximo de qualidade visível.
O WebP consiste nos dados VP8 (originalmente, um codec de vídeo de código aberto) e em um container baseado em RIFF (blocos para armazenamento de metadados). Assim, em resumo, a intenção do novo formato de compressão é a criação de imagens melhores, com tamanhos menores.
O funcionamento é muito semelhante ao JPEG, pois você escolhe entre o tamanho do arquivo e o visual final. A diferença é que ele promete 39% mais compressão do que os outros formatos padrão para a internet, mantendo praticamente a mesma qualidade. As vantagens e desvantagens do formato
Como dito acima, a grande vantagem do WebP é o fato de ser uma maneira de comprimir as imagens ainda mais do que antes e, mesmo assim, manter uma qualidade muito boa. O lançamento é totalmente em código aberto, para que todos os que quiserem contribuir consigam fazê-lo com facilidade.
Fonte: Divulgação / Google
O grande problema é que, por se tratar de um formato totalmente novo, o suporte a ele ainda não existe — nem por parte da Google. Sendo assim, será preciso criar alguma forma de compatibilidade para os navegadores, já que uma versão mais antiga de um browser (seja o Google Chrome, Firefox, Opera ou qualquer outro) não conseguirá visualizar nada que esteja em WebP.
Atualmente, a demora em realizar a conversão de um arquivo com WebP é oito vezes maior do que de um JPEG — sendo um dos maiores "problemas" dele. O tamanho máximo suportado pelo WebP da Google é de 16383 x 16383 pixels de altura e largura, o que já garante um uso relativamente "normal" para as páginas web que temos hoje. Entretanto, aprimoramentos no uso do novo formato devem aparecer nos próximos meses. Quando começaremos a usar?
O formato já pode ser usado a qualquer momento, por qualquer um. No site oficial do WebP, no Google Code, é possível fazer o download da versão para sistemas Linux, que consiste no uso de linhas de código para comprimir e descomprimir as imagens.
Em breve, devem ser lançadas versões para o Windows também. Por se tratar de uma novidade, é difícil dizer quando e se o WebP se tornará algo comum na internet. As próximas versões do Google Chrome devem trazer compatibilidade para a novidade, mas resta aguardar para saber qual vai ser a posição dos outros aplicativos.
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O que você acha, caro leitor? Será que o novo formato da Google vai desbancar o JPEG nas páginas da internet? Deixe sua opinião.
Viver no espaço pode ser uma realidade que está mais próxima do que esperávamos.
Viver no espaço. Talvez uma das maiores cobiças do ser humano. Muito antes do início da corrida espacial, que aconteceu entre os Estados Unidos e a União Soviética no período de 1957 a 1975, o homem sonha em viajar pelo espaço explorando galáxias desconhecidas e vendo as belezas do Universo com os próprios olhos.
Famoso por tratar de temas futuristas, Isaac Asimov aborda a vida no espaço de maneira ambiciosa em seus livros. Em suas obras (“Eu, Robô”, “Trilogia Fundação” e “Série Império Galáctico”), Asimov explora de uma maneira bem peculiar como seria viver a bordo de naves espaciais ou em planetas fora do nosso Sistema Solar.
Os desafios em sobreviver longe da Terra são muitos. Oxigênio, comida e água são apenas alguns dos problemas que devem ser contornados para que o ser humano consiga deixar o planeta azul para trás.
Embora seja necessária e inevitável, a evolução do ser humano trouxe vários problemas. O modo de vida da humanidade pode fazer com que a Terra se torne um planeta inabitável nos próximos séculos. Sendo assim, pode ser que esteja na hora de fazer as malas e mudar para o vizinho habitável mais próximo do Sistema Solar.
Como em toda mudança, diversos contratempos podem surgir. Neste caso, duas perguntas fundamentais devem ser respondidas antes de chamar o caminhão de mudança. Para onde ir? Mais importante ainda do que o “onde” é: como ir?
Stephen Hawking e a viagem no tempo
Segundo Stephen Hawking, renomado físico teórico e cosmólogo inglês, a chance de a raça humana sobreviver está na colonização de outros planetas nos próximos dois séculos. O aumento exponencial da população e o uso excessivo dos recursos finitos da Terra podem tornar-se grandes problemas para a permanência do homem no planeta.
Hawking já havia comentado sobre a possível criação de uma nave capaz de viajar no tempo, mais precisamente para o futuro, a fim de atravessar grandes distâncias, tornando possível a exploração de outros sistemas de planetas.
De acordo com o físico, seriam necessários 80 anos para que essa nave chegasse aos limites da galáxia. Então como seria possível chegar a planetas fora da Via Láctea?
A resposta para esta pergunta pode estar na evolução da tecnologia. Considerando que veículos como o Ônibus Espacial levam cerca de dois dias para atingir a órbita terrestre e se acoplar à ISS, seria impossível utilizá-los para viagens espaciais longas.
Enquanto uma sonda espacial como Cassini-Huygens leva aproximadamente 81 meses para chegar a Saturno, um Ônibus Espacial como o Endeavour levaria muito mais tempo, uma vez que são bem mais pesados e lentos que as sondas. Por outro lado, as sondas espaciais não são equipadas para o transporte de pessoas.
Com as limitações de velocidade dos projetos atuais, uma alternativa para o problema do tempo de viagem seria o desenvolvimento de um grande projeto no qual a tripulação original embarcaria rumo a um planeta distante e tivesse seus filhos no espaço, ao longo da viagem. Assim a segunda, ou terceira, geração de tripulantes seria a responsável por completar a missão, chegando ao destino desejado.
Embora já tenha sido considerada esta hipótese, outras soluções foram pensadas para o caso de o ser humano ter que fazer as malas e sair da Terra. Uma delas é o hotel espacial. A outra é uma possível solução natural: um planeta parecido com a Terra.
Um novo planeta x Hotel no espaço
O hotel
Como já era de se esperar, uma das alternativas para viver no espaço vem da antiga União Soviética. Um projeto russo tem como principal ambição colocar um hotel em órbita até o início de 2016. A empresa Orbital Technologies, também russa, anunciou que pretende levar o homem para morar no espaço muito antes do que o previsto.
O hotel contará com quatro cabines em um espaço de 20 m². Até sete pessoas podem se hospedar ao mesmo tempo nas acomodações sem abrir mão do conforto. As naves russas Soyuz serão as responsáveis pelo transporte dos hóspedes até suas acomodações espaciais.
Se tudo correr como o esperado, em 2016 será possível morar no espaço e desfrutar de uma bela vista da Terra pela janela. Mantendo esse ritmo, a criação de cidades inteiras na órbita terrestre pode acontecer muito antes do tempo sugerido por Stephen Hawking. O planeta
Quase que em resposta às palavras do físico, surgiu o Gliese 581G. Trata-se de um planeta descoberto na zona habitável à volta da estrela Gliese 581, situada a 20 anos-luz da Terra.
Estar na zona habitável significa que o planeta está próximo o suficiente da estrela para conter água em estado líquido em sua superfície. Outros planetas já foram descobertos orbitando esta estrela, mas nenhum dele na zona habitável.
Segundo os cientistas que divulgaram a descoberta, as chances de haver água na superfície do Gliese 581G e de ele ser habitável como a Terra são grandes, o que animou a comunidade científica.
Fazer as malas?
Embora o ser humano anseie pela vida no espaço, as tecnologias atuais não permitem que o homem abandone a Terra tão cedo, ou pelo menos não com o conforto e as comodidades aos quais está acostumado.
Ainda serão necessários muitos anos para que o ser humano tenha que abandonar a Terra e morar em outro planeta, ou mesmo galáxias vizinhas. Mesmo que isso aconteça apenas nas gerações futuras, é bom pensar desde já em soluções para o caso de a raça humana ter que abandonar a Terra, antes que seja tarde demais.
Será mesmo que algum dia o ser humano vai olhar para um ponto azul representando a Terra no céu e dizer “Diz a lenda que os antepassados da nossa raça viveram naquele pontinho!”? Ao que tudo indica, se a velocidade com a qual os recursos da Terra são consumidos e o planeta é poluído não diminuir, as futuras gerações não terão muita escolha.
Caso isso venha a acontecer, qual seria o primeiro planeta a servir como lar para o povo da Terra? Façam suas apostas e fiquem de olho no céu, afinal lá pode estar sua próxima casa!
Um novo conceito de celular foi proposto ao mercado pelo designer sul-coreano Yeongwoo Kim. Batizado de Sandwich Phone, o novo aparelho traz uma ideia bem diferente e interessante para a organização das funcionalidades oferecidas ao usuário: a utilização de camadas.
Como o próprio nome sugere, o Sandwich Phone possui três camadas, como um sanduíche, que são responsáveis por armazenar diferentes funcionalidades do celular e são capazes de girar 360º, facilitando o acesso às ferramentas. É como virar as páginas de um livro.
O eixo que permite a rotação também é responsável por abrigar a bateria do aparelho, além do microfone, alto-falantes e conector para fone de ouvido. Na primeira camada do Sandwich Phone o usuário tem acesso às funcionalidades de telefone, tais como agenda, lista de contatos e teclado numérico.
A segunda camada, por sua vez, abriga todas as ferramentas para o usuário curtir uma boa música, muito semelhante ao iPod Shuffle, da Apple. Por fim, é na terceira camada que as funcionalidades da câmera são armazenadas.
A ideia do novo conceito surgiu com base na experiência dos usuários e visa diminuir a quantidade de gadgets no bolso das pessoas. Ainda não foram divulgadas informações sobre o custo do produto, mas espera-se que o Sandwich Phone saia do conceito logo e vire um aparelho de verdade.